Manifestação, a maior dos últimos meses, foi organizada pela oposição, que protesta contra decisão do premiê de destituir Ronen Bar, o chefe do Shin Bet, o serviço de inteligência interno e de segurança
Região passa por sua maior espiral de violência desde a Segunda Intifada (2000-05) e, até agora, em 2024, pelo menos 294 palestinos foram mortos por fogo israelense
Expirou, em abril, regra temporária que permitia manter a isenção militar dos haredim (termo em hebraico para judeus ultraortodoxos), que desde a fundação do Estado de Israel evitam o serviço militar obrigatório
Supremo Tribunal israelense decidiu que ‘não há base legal para excluir homens ultraortodoxos do recrutamento’ e que, se não servirem no Exército, não deverão receber auxílio do Estado
As Brigadas Al-Qassam — braço armado do Hamas — afirmaram que o assassinato é ‘um ato perigoso que leva a batalha para um novo nível e terá importantes consequências em toda a região’
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