Um tribunal com competência para julgar terrorismo ordenou na noite de segunda-feira (2), poucos minutos após um pedido do Ministério Público, a prisão de Edmundo González Urrutia
Edmundo González é acusado de supostos crimes relacionados às eleições, que incluem “desobediência das leis”, “conspiração”, “usurpação de funções” e “sabotagem”.
Aeronave se encontrava na República Dominicana e foi transferida para a Flórida, após alegações de que violava as sanções norte-americanas
Mais de 700 detidos foram transferidos para prisões de segurança máxima e diversas irregularidades foram registradas pela ONG Observatório Venezuelano de Prisões
Presidente disse não aceitar a vitória nem de Maduro e nem da oposição venezuelana enquanto não houver provas oficiais do resultado das eleições, realizadas no mês passado
Nota, divulgada um mês após as eleições de 28 de julho, também criticou a tentativa do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ)
Presidente venezuelano pediu a prisão para Edmundo González e para Maria Corina Machado, a quem também culpa pelos atos de violência nos protestos pós-eleitorais
União diz que: Maduro ‘continuará presidente, sim, de fato. Mas não reconhecemos legitimidade democrática baseada em resultados [eleitorais] que não podem ser verificados’
Reconhecendo o desafio de forçar Maduro a deixar o poder, opositora disse que a enfrentamento será estratégico ao convocar novas manifestações
Segundo o procurador-geral do país, caso o opositor de Maduro não compareça novamente a essa última convocação, o Ministério Público anunciará, ‘no devido tempo’, a ação ‘correspondente às leis’
Ditador venezuelano recebeu o item durante a agenda pública em Caracas e chamou líder do grupo, João Pedro Stédile, de ‘amigo’
A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, assumirá, paralelamente, o comando do estratégico Ministério do Petróleo, enquanto Diosdado Cabello, deputado de linha-dura, voltará ao cargo de ministro do Interior
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