Maduro foi proclamado vencedor com 52% dos votos para um terceiro mandato de seis anos, mas a oposição denuncia fraude
‘Exijo que todos os poderes do Estado atuem com maior celeridade, maior eficiência e mão de ferro contra o crime, contra a violência, contra os crimes de ódio, mão de ferro e justiça severa, firme’, disse Maduro
Presidente do tribunal afirma que houve violação da ordem de citação; opositor afirma que temia por sua segurança e que sua presença poderia torná-lo vulnerável a represália
Machado frisou que o resultado das eleições presidenciais de 28 de julho ‘não é negociável’
Corte começou uma auditoria das provas apresentadas em um recurso solicitado pelo presidente Nicolás Maduro para validar sua vitória; oposição acusa o TSJ de favorecer a situação
Chefe de Estado venezuelano vêm trocando acusações com o bilionário desde o fim das eleições presidenciais de 28 de julho
Ação ocorre em meio a uma crescente pressão internacional para que sejam divulgadas as atas da votação de 28 de julho, acusada de fraude pela oposição
Outros governos também não reconhecem os resultados deste pleito, e a oposição venezuelana afirma que o vencedor foi o ex-diplomata Edmundo González Urrutia
Ação ocorreu horas após María Oropeza criticar a Operação Tun Tun, promovida pela Direção de Contrainteligência Militar (DGCIM), que visa monitorar e denunciar supostos casos de ódio
‘Usaram o processo eleitoral (…) para instalar o ódio através do TikTok e Instagram; acuso o TikTok e acuso o Instagram de sua responsabilidade na instalação do ódio para dividir os venezuelanos’, disse Maduro
Força Armada Nacional Bolivariana qualificou de ‘desesperados e sediciosos’ os pedidos de apoio da oposição, em meio a denúncias de fraude nas eleições presidenciais de 28 de julho
Oposição a Maduro é acusada, entre outros crimes, de usurpação de funções, incitação à desobediência das leis, incitação à insurreição e conspiração
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