Chefe de Estado venezuelano vêm trocando acusações com o bilionário desde o fim das eleições presidenciais de 28 de julho
Ação ocorre em meio a uma crescente pressão internacional para que sejam divulgadas as atas da votação de 28 de julho, acusada de fraude pela oposição
Outros governos também não reconhecem os resultados deste pleito, e a oposição venezuelana afirma que o vencedor foi o ex-diplomata Edmundo González Urrutia
Ação ocorreu horas após María Oropeza criticar a Operação Tun Tun, promovida pela Direção de Contrainteligência Militar (DGCIM), que visa monitorar e denunciar supostos casos de ódio
‘Usaram o processo eleitoral (…) para instalar o ódio através do TikTok e Instagram; acuso o TikTok e acuso o Instagram de sua responsabilidade na instalação do ódio para dividir os venezuelanos’, disse Maduro
Força Armada Nacional Bolivariana qualificou de ‘desesperados e sediciosos’ os pedidos de apoio da oposição, em meio a denúncias de fraude nas eleições presidenciais de 28 de julho
Oposição a Maduro é acusada, entre outros crimes, de usurpação de funções, incitação à desobediência das leis, incitação à insurreição e conspiração
Em nota oficial, onde assina como ‘presidente eleito da Venezuela’, opositor de Maduro faz apelo constitucional e pede fim de repressão a protestos
Estas são as atas que a oposição e parte da comunidade internacional têm exigido desde a proclamação de Maduro como vencedor das eleições de 28 de julho
Líder da Igreja Católica reforçou a necessidade da busca pela ‘verdade’ após a reeleição de Nicolás Maduro, contestada pela oposição
Alemanha, Espanha, França, Itália, Países Baixos, Polônia e Portugal manifestaram ‘forte preocupação’ com a denúncia da oposição de fraude na reeleição do Presidente Nicolás Maduro
Durante um comício em Caracas, Maduro criticou a oposição e afirmou que não permitirá que se ‘usurpe’ a presidência; manifestantes saíram às ruas em massa para protestar contra resultado das eleições
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