A guerra comercial sem precedentes iniciada pelo presidente norte-americano começa a afetar mercados em todo o mundo, mostrando que até mesmo as economias mais fortes não estão protegidas de tais medidas
O presidente dos EUA tem anunciado tarifas protecionistas contra México, Canadá, China, União Europeia e Brasil; aparentemente, Trump ainda não entendeu que essa política se voltará contra ele mesmo
Brasil, considerado o segundo maior fornecedor do material para os Estados Unidos, exportou 4,1 milhões de toneladas em 2024
‘Uma guerra comercial pode levar a pressões ascendentes e descendentes sobre os preços’, disse Olli Rehn, dirigente da instituição
Na semana passada, presidente dos EUA disse que pode haver um ‘período de ajuste’ à medida que as taxas entrem em vigor
Presidente dos EUA declarou que, embora seja mais fácil lidar com Moscou do que com Kiev, considera a aplicação de medidas financeiras em grande escala ‘até que seja alcançado cessar-fogo e acordo de paz definitivo’
Expectativa é que seja discutido os setores que podem ser afetados por essas taxações, com destaque para o setor de aço e alumínio
Canadá e México reagem a tarifas de Trump e anunciam taxação sobre mercadorias dos EUA; Claudia Sheinbaum também indicou que tomará medidas
Donald Trump elevou os impostos sobre as importações chinesas de 10% para 20%; novas taxas entrarão em vigor a partir desta terça-feira (4)
Presidente norte-americano prometeu impor tarifas de 25% sobre as importações mexicanas e canadenses, para pressioná-los a combater a migração ilegal e o tráfico de fentanil, opioide que causa estragos
Nos supermercados, a presença de produtos dos Estados Unidos está diminuindo; presidente anunciou que as tarifas começarão a valer em 4 de março
Milei não poupou elogios ao governo Trump, e aplaudiu o desmantelamento da agência governamental para a distribuição de ajuda global Usaid, acusando-a de má administração de fundos
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