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    Trump diz que protegerá os EUA pois não é ‘radical’, mas alguém com ‘bom senso’

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    Ex-presidente dos EUA intensifica agenda após convenção democrata tomar os holofotes; candidato agora passa por Pensilvânia, Michigan, Carolina do Norte e Arizona — estados chave das eleições

    O ex-presidente dos Estados Unidos e candidato pelo Partido Republicano à Casa Branca, Donald Trump, disse nesta terça-feira (20) que, se voltar ao poder, acabará com o crime no país, um tema central em sua campanha eleitoral, e negou que possa ser classificado como um radical. “Não sou um radical. Sou apenas uma pessoa de bom senso”, declarou Trump em um comício em Howell, no estado de Michigan, com foco em crime e segurança. “Os americanos querem uma fronteira forte e uma força policial forte. Queremos uma vida boa. Queremos estar seguros”, afirmou o ex-presidente às autoridades policiais da cidade, além de ressaltar que, se vencer as eleições de 5 de novembro, oferecerá ao país “aplicação da lei, segurança e paz”.

    Ele alegou que se sua adversária nas urnas, a vice-presidente e candidata pelo Partido Democrata à presidência, Kamala Harris, chegar ao poder, haveria “crime, caos, destruição e morte”. “Acredito na aplicação da lei. O outro grupo não acredita. Vamos acabar com os crimes violentos nos EUA. Vamos acabar com a onda de crimes de Kamala, que está atingindo níveis sem precedentes. Ela é a pessoa de esquerda mais radical que já pensou em assumir a presidência”, enfatizou. “As pessoas não conhecem a verdadeira Kamala, mas eu conheço. Ela está mais à esquerda do que qualquer um poderia imaginar. Ela seria um desastre como presidente”, acrescentou. Trump reiterou a promessa de “fechar a fronteira” em seu eventual primeiro dia na Casa Branca e de mandar de volta para os países de origem os migrantes que cruzarem a fronteira com os EUA de forma irregular.

    “Queremos que as pessoas venham, mas queremos que elas venham legalmente. Mandarei os (migrantes) ilegais de Kamala de volta para casa, onde eles pertencem”, ressaltou. Apesar de alegar que a criminalidade no país piorou como um todo, os números mais recentes apontam para uma redução geral nos primeiros seis meses de 2024 em comparação com os dados de um ano atrás. Dados da Major Cities Chiefs Association (MCCA) divulgados em agosto deste ano com informações de 69 das 70 cidades em que essa organização de executivos da polícia está presente mostram que os casos de homicídios caíram de 3.783 para 3.124, os de estupro de 14.472 para 13.064, e os de roubos de 48.529 para 45.575.

    As declarações de Trump foram feitas em uma semana em que o político e empresário nova-iorquino, de 78 anos, tem uma intensa agenda de eventos de campanha para contrabalançar os holofotes da imprensa que pairarão sobre a Convenção Nacional do Partido Democrata, em Chicago, onde Kamala será oficializada como candidata na quinta-feira. Trump e equipe irão nestes dias a quatro estados-chave — Pensilvânia, Michigan, Carolina do Norte e Arizona — com foco em temas cruciais para os eleitores conservadores, como migração, segurança e economia.

    *Com informações da EFE
    Publicado por Marcelo Bamonte

    Fonte: Jovem Pan News

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