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    Procurador-geral da Venezuela acusa presidente Lula de ser agente da CIA

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    Um dos principais aliados de Nicolás Maduro, Tarek William Saab afirmou que o petista teria sido ‘cooptado na prisão’ e que ‘não é o mesmo que fundou e uniu os movimentos trabalhadores no Brasil’

    O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, fez declarações polêmicas em uma recente entrevista, em que acusou o presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente chileno, Gabriel Boric, de serem agentes da CIA. Um dos principais aliados de Nicolás Maduro, Saab afirmou que Lula teria sido “cooptado na prisão” e que sua postura atual difere da que ele tinha ao fundar o Partido dos Trabalhadores. “Para mim, Lula foi cooptado na prisão. Essa é a minha teoria”, declarou em entrevista ao canal Globovisión. “Não é o mesmo que fundou o PT, que fundou e uniu os movimentos trabalhadores no Brasil. Não é o mesmo nem no seu físico, nem como se expressa”, disse.

    Saab também levantou dúvidas sobre a legitimidade da vitória de Lula nas eleições, fazendo uma comparação com a reeleição de Maduro, que foi amplamente contestada tanto pela oposição quanto pela comunidade internacional. “O Lula que vai preso por corrupção e que de repente aparece apto a concorrer, como se nada tivesse acontecido, e ganha a Presidência… O senhor ganhou, senhor Lula, porque um tribunal eleitoral determinou sua vitória”, afirmou o procurador.

    O procurador criticou a forma como o petista se posicionou em relação ao governo venezuelano após o resultado das eleições de julho. Lula não reconheceu a suposta vitória de Maduro e o governo brasileiro insistiu na divulgação das atas eleitorais que comprovariam o resultado da eleição.

    Além de suas críticas a Lula e Boric, Saab foi responsável por uma série de ações contra opositores e ativistas na Venezuela. Após a reeleição de Maduro para um terceiro mandato, ele pediu a prisão de líderes que se opõem ao regime chavista. Tarek William Saab foi um importante aliado de Chávez, deputado e governador do Estado de Anzoátegui. Além disso, participou ativamente da Constituinte de 1999, que terminou por fechar o Congresso e concentrar poder nas mãos de Chávez. Antes de assumir a Procuradoria, foi defensor público, já durante o regime de Nicolás Maduro.

    *Reportagem produzida com auxílio de IA

    Publicado por Carol Santos

    Fonte: Jovem Pan News

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