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    Militares planejavam matar Alckmin por ser ligado ao PSDB

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    O vice-presidente deixou o PSDB em dezembro de 2021 e venceu as eleições filiado no PSB

    O planejamento para neutralizar o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice, Geraldo Alckmin (PSB), expôs também a falta de conhecimento político dos militares envolvidos no plano de assassinato. Com o objetivo de extinguir a chapa presidencial, um dos militares justifica a neutralização de Alckmin para impedir o PSDB de chegar ao poder. O documento ao qual o titular desta coluna teve acesso mostra que “sua neutralização abalaria toda a chapa vencedora, colocando-a, dependendo da interpretação da Lei Eleitoral ou da manobra conduzida pelos 3 Poderes, sob a tutela principal do PSDB”.

    Considerando que o vice-presidente de Lula é Geraldo Alckmin, que é historicamente vinculado ao partido PSDB, em caso de uma “neutralização” de Lula, Alckmin assumiria a Presidência da República, o que faria a chapa vencedora ficar “sob a tutela principal do PSDB”, como sugere o autor. O vice-presidente foi apelidado de Joca no diálogo. Isso porque o texto aponta que, na inviabilidade do “01 eleito”, ou seja, Lula, “sua neutralização extinguiria a chapa vencedora”.

    documento golpe de estado contra alckmin

    Como, além do presidente, a chapa vencedora é composta, obviamente, pelo vice-presidente, é somente na hipótese de eliminação de Geraldo Alckmin que a chapa vencedora estaria extinta. O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou em 15 de dezembro de 2021 sua saída do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) após mais de 33 anos na sigla. O planejamento de assassinato da chapa eleita mostra que os militares tinham informações desencontradas e corriam contra o tempo.

    A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (19) quatro militares e um policial federal em uma operação que apura um suposto plano dos “kids pretos” do Exército para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro na eleição de 2022. As medidas de hoje foram cumpridas como parte do inquérito que apura se houve uma tentativa de golpe de Estado após o resultado da eleição.

    *Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

    Fonte: Jovem Pan News

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