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    Polícia Federal indicia Jair Bolsonaro, Braga Netto, General Heleno e outras 34 pessoas por suposta tentativa de golpe

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    Relatório foi entregue ao Supremo Tribunal Federal e será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes; entre outras ações, quebra de sigilos telemático e telefônico estão entre as provas

    A Polícia Federal concluiu o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, juntamente com os ex-ministros Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira e Augusto Heleno, além de mais 33 indivíduos. As acusações incluem tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado democrático de direito e formação de organização criminosa. O relatório resultante foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para análise.

    “As provas foram obtidas por meio de diversas diligências policiais realizadas ao longo de quase dois anos, com base em quebra de sigilos telemático, telefônico, bancário, fiscal, colaboração premiada, buscas e apreensões, entre outras medidas devidamente autorizadas pelo poder Judiciário”, relatou a Polícia Federal em nota.

    De acordo com os dados coletados, durante a gestão de Bolsonaro, houveram discussões entre oficiais das Forças Armadas e ministros sobre a possibilidade de um golpe, que não se concretizou devido à falta de apoio dos altos comandos do Exército e da Aeronáutica. Os generais que depuseram no inquérito implicaram diretamente Bolsonaro.

    Um dos principais colaboradores da investigação foi o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que firmou um acordo de delação premiada. Embora Bolsonaro tenha negado qualquer envolvimento em tentativas de ruptura institucional, o general Freire Gomes revelou que o ex-presidente participou de discussões sobre a elaboração de minutas relacionadas a ações golpistas.

    Em dezembro de 2022, um encontro significativo ocorreu no Palácio da Alvorada, onde foram debatidas estratégias para obstruir a posse de Lula. Documentos pertinentes a essas discussões foram encontrados no celular de Cid. Os ex-comandantes do Exército e da Aeronáutica enfrentaram críticas por não se envolverem no plano golpista, enquanto Braga Netto foi indiciado por supostamente ter ordenado ataques contra os militares.

    A PF também descobriu evidências de que Bolsonaro revisou e solicitou modificações em uma minuta que visava ações golpistas. A defesa do ex-presidente refuta qualquer alegação de participação em atividades ilegais. As conclusões da investigação foram encaminhadas ao ministro Alexandre de Moraes, que agora deve decidir sobre o encaminhamento do caso à Procuradoria Geral da República.

    Ailton Gonçalves Moraes Barros
    Alexandre Castilho Bitencourt Da Silva
    Alexandre Rodrigues Ramagem
    Almir Garnier Santos
    Amauri Feres Saad
    Anderson Gustavo Torres
    Anderson Lima De Moura
    Angelo Martins Denicoli
    Augusto Heleno Ribeiro Pereira
    Bernardo Romao Correa Netto
    Carlos Cesar Moretzsohn Rocha
    Carlos Giovani Delevati Pasini
    Cleverson Ney Magalhães
    Estevam Cals Theophilo Gaspar De Oliveira
    Fabrício Moreira De Bastos
    Filipe Garcia Martins
    Fernando Cerimedo
    Giancarlo Gomes Rodrigues
    Guilherme Marques De Almeida
    Hélio Ferreira Lima
    Jair Messias Bolsonaro
    José Eduardo De Oliveira E Silva
    Laercio Vergilio
    Marcelo Bormevet
    Marcelo Costa Câmara
    Mario Fernandes
    Mauro Cesar Barbosa Cid
    Nilton Diniz Rodrigues
    Paulo Renato De Oliveira Figueiredo Filho
    Paulo Sérgio Nogueira De Oliveira
    Rafael Martins De Oliveira
    Ronald Ferreira De Araujo Junior
    Sergio Ricardo Cavaliere De Medeiros
    Tércio Arnaud Tomaz
    Valdemar Costa Neto
    Walter Souza Braga Netto
    Wladimir Matos Soares

    *Reportagem produzida com auxílio de IA
    Publicado por Victor Oliveira

    Fonte: Jovem Pan News

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