spot_img
Quarta-feira, 4 Fevereiro, 2026
More
    InícioPolíticaPolitica NacionalBancada do PT deve se reunir com Lula para discutir medidas do...

    Bancada do PT deve se reunir com Lula para discutir medidas do pacote fiscal que afetam o BPC

    Publicado há

    spot_img

    Gleisi Hoffmann do PT se reunirá com governo para discutir alterações no BPC e planeja futuro do partido para as eleições de 2026.

    Durante a reunião do Diretório Nacional do PT, a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, anunciou que a bancada do partido planeja se reunir com o governo federal para abordar suas preocupações em relação às alterações no pacote fiscal que afetam o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O encontro está marcado para a próxima semana, onde as medidas em questão serão discutidas em detalhes. Gleisi também esclareceu que não há conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre sua possível nomeação como ministra.

    A resolução, defendida pela corrente majoritária do partido, Construindo um Novo Brasil (CNB), adota um tom moderado, evitando críticas mais incisivas ao pacote de contenção de despesas. O texto enfatiza que o debate deve preservar os direitos constitucionais e focar em corrigir desvios e fraudes no sistema. Segundo o pacote fiscal, o BPC será destinado a pessoas incapacitadas para a vida independente e o trabalho. Atualmente, o benefício atende idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência de famílias de baixa renda. Entre os novos critérios propostos estão:

    “Vamos começar a fazer o debate com a bancada esta semana. Mas várias pessoas [do PT] demonstraram preocupações [com o pacote fiscal], principalmente em relação ao BPC. É importante que as medidas sejam para corrigir fraudes, desvios, mas não a retirada de direitos previstos na Constituição”, disse Gleisi. A corrente mais à esquerda do partido criticou duramente as mudanças no BPC e na política de valorização do salário mínimo. Essa ala considera as alterações “um grande equívoco” que prejudica os mais pobres. No entanto, a resolução que trazia texto mais duro perdeu por margem apertada para os moderados.

    Gleisi Hoffmann confirmou que continuará liderando o partido até junho de 2025. A eleição para a troca de comando do PT está programada para ocorrer no início de julho de 2024, e ela ressaltou a importância de desenvolver um programa sólido para o partido, visando as eleições presidenciais de 2026. A construção desse planejamento estratégico é vista como essencial para o futuro da legenda.

    Além disso, Gleisi Hoffmann abordou a questão da punição para os militares que estiveram envolvidos na suposta tentativa de golpe durante a gestão de Jair Bolsonaro, afirmando que não há espaço para anistia. Ela também mencionou a necessidade de revisar o artigo 142 da Constituição, que é frequentemente interpretado como um suporte à atuação das Forças Armadas como um “poder moderador”.

    Publicada por Felipe Dantas

    *Reportagem produzida com auxílio de IA

    Fonte: Jovem Pan News

    Últimas

    Marinho diz que Bolsonaro está ‘tranquilo’ com chance de perder patente

    O senador Rogério Marinho (PL-RN) disse nesta quarta-feira (4) que o ex-presidente Jair...

    PRF recupera veículo furtado em SP durante fiscalização em Dourados

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, nesta quarta-feira (04/02/2026), um veículo com queixa de...

    Gerp: Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente no 1º e no 2º turno

    Levantamento mostra petista com 39% das intenções de voto contra 35% do senador no 1º turno

    Democracia retrocede em EUA, Rússia e China, diz relatório

    Human Rights Watch divulgou relatório anual sobre Direitos Humanos

    Relacionado

    Marinho diz que Bolsonaro está ‘tranquilo’ com chance de perder patente

    O senador Rogério Marinho (PL-RN) disse nesta quarta-feira (4) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está “tranquilo” com a possibilidade de perder a...

    Gerp: Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente no 1º e no 2º turno

    Levantamento mostra petista com 39% das intenções de voto contra 35% do senador no 1º turno

    Três Poderes lançam pacto contra o feminicídio no Brasil

    País registra quatro vítimas e 10 tentativas de feminicídio por dia