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    Trump ameaça enviar mais 1500 militares para fronteira com o México

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    De acordo com a porta-voz do governo, Karoline Leavitt, presidente americano assinou uma ordem executiva para enviar agentes ao local com o propósito de focar na segurança e deter a imigração ilegal e ‘desestabilizadora’

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai enviar 1500 militares adicionais para a fronteira com o México, em sua luta contra a imigração ilegal, e ameaçou a Rússia com sanções, antes da exibição de uma entrevista do republicano ao canal Fox News, na noite desta quarta-feira (22). O republicano será o convidado de um dos principais apresentadores da emissora conservadora preferida dos americanos. O programa vai ao ar às 21h locais (23h de Brasília).

    Trump não esperou por essa primeira entrevista desde a sua posse para se manifestar. Ele já o fez em várias ocasiões, tanto em coletivas de imprensa quanto em sua rede social ou por meio de sua equipe. O presidente “assinou uma ordem executiva para enviar 1.500 militares adicionais para a fronteira sul”, informou sua porta-voz, Karoline Leavitt. Até o momento, os militares destacados naquela área realizam trabalhos de logística e apoio de transporte, para auxiliar a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), agência responsável por impedir ou negar a passagem de imigrantes sem visto.

    O chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, prometeu hoje “uma política externa pragmática”. No caso da América Latina, isso vai significar, segundo ele, focar “na segurança das fronteiras” e em “deter a imigração ilegal e desestabilizadora, e em negociar a repatriação de imigrantes ilegais”.

    O Congresso aprovou uma lei que exige deter os imigrantes em situação irregular acusados de certos crimes, entre eles roubo e furto. A lei foi apoiada por cerca de 40 democratas e Trump deve promulgá-la imediatamente, tornando-a a primeira lei assinada por ele em seu segundo mandato. A lei Laken Riley leva o nome da estudante de 22 anos morta pelo venezuelano José Antonio Ibarra, 26, que estava em situação irregular e era procurado por praticar furto em lojas. Ibarra foi condenado à prisão perpétua.

    A guerra na Ucrânia é outra prioridade do magnata republicano, que advertiu o presidente russo, Vladimir Putin, que ele estará sujeito a sanções caso não feche imediatamente um acordo para pôr fim à guerra na Ucrânia. Antes de sua posse, Trump havia prometido encerrar a guerra na Ucrânia antes de assumir o cargo, o que levou a especulações de que ele poderia pressionar Kiev a fazer concessões a Moscou. Contudo, nas últimas horas, ele parece ter adotado um tom mais duro em relação a Putin.

    Internamente, Trump mira nos programas de diversidade, que foram encerrados. Os funcionários desses programas ficarão de licença remunerada, afirmou Karoline Leavitt na rede social X. Além disso, Trump criticou a bispa de Washington, Mariann Budde, por um sermão sobre “o medo” semeado pelo presidente americano entre os migrantes e os membros da comunidade LGTBQIAPN+.

    “Essa pseudo-bispa (…) era uma radical de esquerda, que odeia Trump”, publicou o presidente nas primeiras horas desta quarta-feira, na Truth Social. “Tinha um tom desagradável e não foi convincente, nem inteligente”, acrescentou, considerando o culto “muito chato e pouco inspirador”. “Não é muito boa em seu trabalho. Ela e sua igreja devem desculpas ao público”, avaliou.

    Durante a cerimônia religiosa, em Washington, a bispa pediu que Trump tivesse “misericórdia”. “A grande maioria dos imigrantes não é criminosa”, afirmou. Em outra frente, o republicano quer vingar “a traição” que, segundo ele, constituiu a eleição do democrata Joe Biden em 2020. Para isso, ordenou à sua equipe “identificar ativamente e destituir mais de mil pessoas nomeadas pela administração anterior”. São pessoas “que não estão alinhadas com a nossa visão”, justificou.

    *Com informações da AFP
    Publicado por Victor Oliveira

    Fonte: Jovem Pan News

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