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Sábado, 21 Março, 2026
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    Governo federal condena obstrução de ajuda humanitária em Gaza

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    Itamaraty classificou a interrupção como ‘grave violação do direito internacional’ e cobrou cumprimento dos termos do acordo de cessar-fogo e o engajamento nas negociações a fim de garantir cessação permanente

    O governo federal do Brasil manifestou críticas na última segunda-feira (3) à decisão de Israel de interromper a entrega de suprimentos humanitários na Faixa de Gaza. Em uma nota oficial divulgada pelo Itamaraty, a ação foi classificada como uma “grave violação do direito internacional”. A suspensão da ajuda humanitária, decidida por Israel no último domingo, gerou uma resposta oficial do governo brasileiro na noite de segunda-feira, destacando a preocupação com o uso político da assistência humanitária.

    O Itamaraty enfatizou que a obstrução deliberada da ajuda humanitária agrava a já precária situação na região e enfraquece o cessar-fogo em vigor. O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, instou todas as partes envolvidas a cumprirem rigorosamente os termos do acordo de cessar-fogo. A nota também apelou para o engajamento em negociações que assegurem a cessação permanente das hostilidades, a retirada das forças israelenses de Gaza, a libertação de reféns e o estabelecimento de mecanismos eficazes para a entrada de assistência humanitária de forma desimpedida e previsível.

    A manifestação do governo brasileiro reflete a preocupação com a situação humanitária em Gaza e a necessidade de uma solução pacífica e duradoura para o conflito. Em Brasília, aguarda-se uma nova declaração do presidente Lula sobre o assunto.

    Suspensão da Entrada da Ajuda Humanitária na Faixa de Gaza

    O governo brasileiro deplora a decisão israelense de suspender a entrada de ajuda humanitária em Gaza, que exacerba a precária situação humanitária e fragiliza o cessar-fogo em vigor.

    Ao exortar à imediata reversão da medida, o Brasil recorda que Israel tem obrigação – conforme reconhecido pela Corte Internacional de Justiça em suas medidas provisórias de 2024 – de garantir a prestação de serviços básicos essenciais e assistência humanitária à população de Gaza, sem impedimentos. A obstrução deliberada e o uso político da ajuda humanitária constituem grave violação do direito internacional humanitário.

    O Brasil insta as partes ao estrito cumprimento dos termos do acordo de cessar-fogo e ao engajamento nas negociações a fim de garantir cessação permanente das hostilidades, retirada das forças israelenses de Gaza, libertação de todos os reféns e estabelecimento de mecanismos robustos para ingresso de assistência humanitária desimpedida, previsível e na necessária escala.

    *Com informações de Marília Ribeiro 

    *Reportagem produzida com auxílio de IA

    Fonte: Jovem Pan News

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