Enquanto o técnico Dorival Júnior segue aguardando pela reunião marcada com Ednaldo Rodrigues, o presidente da CBF age nos bastidores para bancar o substituto do atual treinador da Seleção Brasileira. Conforme apuração do site ge, a entidade entrou em contato com Jorge Jesus, ex-técnico do Flamengo e atualmente no Al-Hilal (Arábia Saudita).
Todos os envolvidos nas tratativas possuem o conhecimento de que Carlo Ancelotti é o favorito de Ednaldo Rodrigues para assumir o cargo. No entanto, diante da indefinição do treinador em meio ao contrato válido com o Real Madrid até junho de 2026, o presidente tenta garantir um “plano B” para evitar a mesma situação enfrentada em 2023, quando Fernando Diniz assumiu o cargo interinamente após a assinatura de um “termo de compromisso” entre as partes.
*Fonte: O Gol
O estafe de Jorge Jesus teria dito que estaria disposto a abrir mão da disputa do Mundial de Clubes da FIFA que acontece no meio do ano nos Estados Unidos. Cabe ressaltar que o contrato dele com o clube saudita possui duração até o fim do mês de junho, necessitando de um adicional para garantir a presença da comissão durante o torneio que vai até 13 de julho.
Além disso, alguns membros da direção da CBF buscam orientar que Ednaldo Rodrigues transforme Jorge Jesus em prioridade, devido à possibilidade de uma negociação mais direta. Outro fator muito importante consiste no conhecimento prévio que a comissão técnica possui sobre o futebol brasileiro e a cultura do Brasil na totalidade. Por fim, a entidade aposta em uma liberação antecipada caso o Al-Hilal chegue à última rodada do Campeonato Saudita (26 de maio) sem chances de título, pois a equipe ocupa a vice-liderança com quatro pontos atrás em relação ao Al-Ittihad.
Conforme informações adicionais do jornal “O Globo”, representantes do Mister estão fazendo um intenso lobby com atuação direta de empresários e membros antigos da gestão flamenguista. Dentre os nomes que estão buscando influenciar a escolha está Marcos Braz, ex-vice de futebol do rubro-negro.
O movimento é visto como demonstração de vontade para assumir o Brasil, mas a CBF entende que Carlo Ancelotti jamais negou a intenção de assumir a Seleção Brasileira, esbarrando sempre no contrato com o atual campeão europeu.
Fonte: 90min


