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Quarta-feira, 18 Fevereiro, 2026
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    China se mostra aberta ao diálogo sobre tarifas após comentários de Trump: ‘Porta para conversar está escancarada’

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    Presidente dos Estados Unidos admitiu em evento na Casa Branca que a taxa de 145% sobre produtos chineses é excessiva e indicou que haverá uma diminuição considerável

    A China manifestou sua disposição para dialogar com os Estados Unidos a respeito das tarifas comerciais nesta quarta-feira, o presidente Donald Trump mencionar a possibilidade de um acordo. Essa abertura pode ser um passo importante para reduzir as tensões que têm marcado as relações comerciais entre os dois países. Guo Jiakun, porta-voz da diplomacia chinesa, enfatizou que “a porta para conversar está escancarada”, destacando a vontade de Pequim em negociar. Desde que Trump assumiu a presidência, tarifas elevadas foram impostas sobre produtos chineses, levando a uma série de retaliações por parte da China.

    O presidente Xi Jinping também se pronunciou sobre os efeitos adversos que as guerras tarifárias podem ter, afirmando que “minam os direitos e interesses legítimos de todos os países, prejudicam o sistema multilateral de comércio e impactam a ordem econômica mundial”. Recentemente, Trump falou em uma possível redução significativa nas tarifas aplicadas à China, o que gerou otimismo nos mercados financeiros. Ele reconheceu que a taxa de 145% é excessiva e que haverá uma diminuição considerável. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, comparou as tarifas a um embargo comercial mútuo, ressaltando a gravidade da situação. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou que o governo dos EUA está progredindo em um possível acordo comercial com a China, o que pode trazer alívio para as economias de ambos os países.

    Enquanto isso, o Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou suas previsões e agora projeta um crescimento de 1,8% para a economia americana neste ano, uma queda em relação às estimativas anteriores. Além disso, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, expressou preocupações sobre como a guerra comercial pode impactar negativamente a economia dos Estados Unidos.

    *Reportagem produzida com auxílio de IA
    Publicado por Fernando Dias

    Fonte: Jovem Pan News

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