Inicialmente, Carlo Ancelotti foi contratado para dirigir a Seleção Brasileira até o final da Copa do Mundo de 2026. Mas, ao quen tudo indica, o Mister seguirá no cargo até o Mundial de 2030, cumprindo, aí sim, um ciclo completo de trabalho à frente da equipe verde-amarela.
A informação de momento dá conta de que a CBF tem um encaminhamento de acordo com o treinador para renovar o vínculo por mais quatro anos. E o anúncio oficial tende a acontecer já nas primeiras semanas de fevereiro. Ou seja, a convicção em cima do trabalho do italiano vai além de um eventual resultado negativo na competição que ocorre no meio do ano.
Segundo o ge, CBF e Ancelotti negociam a ampliação do vínculo desde o mês de outubro. À época, o Brasil já havia garantido ida à Copa do Mundo e estava a realizar amistosos. No momento, apenas questões burocráticas, a serem desenroladas pelo departamento jurídico da entidade, separam as partes da oficialização do acordo.
Na visão dos dirigentes brasileiros, o técnico já conseguiu dar uma nova cara à Seleção Brasileira, o que respalda a decisão de garantir sua permanência. Por sua vez, o profissional nunca escondeu desejo pela permanência e está satisfeito com a dinâmica de trabalho estabelecida. Em resumo: o acerto se deu de forma consensual.
Naturalmente, Ancelotti deve receber um aumento salarial em seu segundo contrato com a CBF. Mas, já no primeiro, ele foi colocado no topo da lista de treinadores de seleções mais bem pagos do mundo, com ganhos anuais de 10 milhões de euros, o equivalente a R$ 63,4 milhões na cotação atual. Se ele conseguir levar o Brasil à conqiuista do hexacampeonato mundial, ainda terá direito a bônus de 5 milhões de euros – R$ 31,7 milhões.
Fonte: 90min


