Uma juíza americana negou o pedido de Minnesota. O estado queria suspender as operações do ICE. O Serviço de Imigração e Alfândega atua em larga escala.
As autoridades federais buscam imigrantes sem documentos. A ordem partiu do presidente Donald Trump. As ações ocorrem no norte dos EUA.
A presença dos agentes gerou protestos. Moradores foram às ruas contra o ICE. Dois manifestantes morreram.
Minnesota alegou violação de direitos estaduais. A juíza Katherine Menendez discordou. Ela não viu prejuízo decisivo para o estado.
A juíza ressaltou que a decisão não é definitiva. Ela não julgou a ação geral do estado. Também não avaliou a violência do ICE.
A decisão ocorreu após protestos em massa. Dezenas de milhares se manifestaram. A liderança democrata do estado se opõe à operação.
O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, se disse decepcionado. Ele criticou o medo e os danos causados. A operação federal nunca deveria ter ocorrido, disse ele.
As mortes de Renee Good e Alex Pretti geraram protestos nacionais. Trump substituiu o chefe da Alfândega, Gregory Bovino. Tom Homan assumiu, prometendo reduzir as operações.
David Schultz, da Universidade de Hamline, explicou o argumento de Minnesota. O estado alegava coerção do governo federal.
A procuradora-geral Pam Bondi enviou uma carta. Ela condicionou o fim das operações a certas ações do estado. Schultz viu a ação como uma ameaça.
Bondi celebrou a decisão da juíza como uma vitória. Ela afirmou que leis federais serão aplicadas. Políticas de santuário não impedirão isso, disse ela.
Com informações da AFP. Fonte: Jovem Pan News


