O ex-vereador Milton Leite negou conhecer o sargento Nereu. A declaração foi feita por sua assessoria. O sargento Nereu está envolvido em uma investigação policial militar.
Um inquérito aponta ligação entre policiais e Milton Leite. O grupo era liderado pelo capitão Alexandre Paulino Vieira. Alexandre é investigado por esquema de segurança da Transwolff, ligada ao PCC.
Milton Leite afirmou que sua escolta era da Câmara. Ele negou envolvimento na escala dos policiais. Leite também negou ligação com proteção a empresários do PCC.
A Corregedoria da PM apreendeu R$ 1 milhão na casa de Nereu. A apreensão ocorreu durante a Operação Kratos. Nereu e o capitão foram presos.
Outros quatro PMs são investigados por participação na organização. A investigação continua em andamento. O Estadão busca contato com a defesa dos policiais.
Leite sempre negou ligação com os empresários investigados. Ele também negou envolvimento no esquema de proteção à Transwolff. Ele deixou a Câmara em 2024.
Uma mensagem de Nereu indica proximidade com o grupo de policiais. A mensagem foi encontrada no celular de um empresário da Transwolff. A mensagem cita a inauguração de uma escola com o nome da mãe de Milton Leite.
Nereu diz que estava na inauguração da escola com o “chefe Milton”. A escola é o Centro de Educação Infantil Nathalia Pereira da Silva. A Corregedoria diz que o evento teve a presença do prefeito Ricardo Nunes.
Na conversa, Nereu diz que está com o celular do chefe. Ele afirma que o capitão passou o aparelho. O vereador Ricardo Teixeira pediu reformulação da Assessoria Militar da Câmara.


