O Ministério Público Estadual (MPMS) se manifestou sobre o caso. A promotora Lenize Martins Lunarde Pedreira assinou o parecer. Ela defende que a Justiça não devolva R$ 79 mil. O dinheiro foi apreendido na casa do prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro.
O fato ocorreu durante a Operação Contrafação em outubro de 2024. Juliano Ferro recorreu da decisão de maio do ano passado. Essa decisão manteve o dinheiro apreendido.
A promotora entende que a defesa não comprovou a origem lícita do dinheiro. A defesa não apresentou documentos novos. “A decisão anterior deve ser mantida”, afirmou a promotora.
O Gaeco apreendeu R$ 79 mil na casa do prefeito durante a operação. Foram encontradas cédulas de R$ 200, R$ 100 e R$ 50. A polícia também apreendeu 31 lâminas de cheque.
Juliano Ferro alega que o dinheiro é da venda de automóveis. Ele afirma que essa é uma atividade fora da vida pública. Uma caminhonete RAM também foi apreendida.
O Gaeco investiga a transferência da caminhonete de luxo. A transferência foi feita para dois policiais militares com documentos falsificados. O proprietário já havia falecido há mais de 3 anos. O Detran de Maracaju realizou a transferência em junho de 2023.
Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão. Também houve busca e apreensão de veículo e intimações. As medidas cautelares foram alternativas à prisão.
Fonte: Investiga MS


