O ministro Alexandre de Moraes, do STF, manteve a prisão de Marcelo Costa Câmara. Câmara é ex-assessor especial da Presidência no governo Bolsonaro. Ele está preso desde junho de 2025 por descumprir medidas cautelares.
A Primeira Turma do STF condenou Marcelo a 21 anos de prisão. A condenação inclui 18 anos e seis meses de reclusão. Adicionalmente, foram 2 anos e seis meses de detenção. Ele integrava o “núcleo dois” da trama golpista, segundo a acusação.
Moraes destacou que as circunstâncias permanecem inalteradas. Não houve fato novo que afastasse a necessidade da prisão preventiva. Marcelo foi preso em 8 de fevereiro de 2024 por suspeita de monitorar Moraes.
Ele recebeu liberdade provisória em 16 de maio de 2024. Contudo, voltou à prisão preventiva em 18 de junho de 2025. O motivo foi o descumprimento da proibição de usar redes sociais e contatar outros investigados.
A prisão ocorreu após o advogado de Câmara trocar mensagens com Mauro Cid. Cid foi ajudante de ordens de Bolsonaro. O advogado solicitou ao STF a anulação da delação de Cid.
Moraes considera a liberdade de Câmara um perigo. Ele vê risco de embaraço às investigações. O ministro reforçou a necessidade de mantê-lo preso.
Fonte: Jovem Pan News


