Hugo Motta (Republicanos-PB) quer votar em maio a PEC que acaba com a jornada 6×1. Ele é o presidente da Câmara dos Deputados. A relatoria será definida após o Carnaval.
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) vai discutir a admissibilidade. Em seguida, criarão uma comissão especial. Motta espera concluir a discussão em maio, mês do trabalhador.
A votação na Câmara ocorrerá com responsabilidade. Motta fez as declarações em São Paulo, durante evento do BTG Pactual. A discussão não será rápida.
Motta conversará com o presidente Lula (PT). O projeto impacta custos. É importante discutir com o trabalhador, segundo ele.
O avanço da tecnologia permite discutir tempo de qualidade. Motta vê boa vontade entre oposição e governo. Ele decidiu unir a PEC de Erika Hilton (PSOL-SP) a outra de 2019.
A PEC original é de Reginaldo Lopes (PT-MG). Ela estava parada na CCJ. Motta considera inadiável a discussão sobre a jornada.
O Congresso quer protagonismo na pauta. A PEC será analisada na CCJ. Depois, seguirá para uma comissão especial. A votação no plenário terá dois turnos.
A prioridade da Câmara em 2026 é a pauta da sociedade. A PEC da Segurança também será votada. A Câmara dialoga com a equipe econômica do governo.
A reforma tributária é um exemplo. Motta não espera votações concentradas na pauta econômica. O ano de 2026 terá foco no diálogo com a sociedade.


