O presidente do STF, Edson Fachin, antecipou o fim da sessão. Ele convocou ministros para discutir o relatório da PF. O documento liga Dias Toffoli ao Banco Master.
A Polícia Federal encontrou menções a Toffoli em diálogos de Daniel Vorcaro. Fachin informou que ouviria sustentações orais antes da suspensão. Ele priorizou a discussão interna sobre o caso.
Vorcaro e Zettel mencionaram pagamentos à Maridt, empresa de Toffoli. O relatório da PF detalha as mensagens trocadas. Irmãos do ministro também são sócios da empresa.
Pagamentos seriam referentes à compra do Tayaya Resort. A Maridt era sócia do resort. A Folha de S.Paulo e Jovem Pan confirmaram os detalhes.
O gabinete de Toffoli confirmou a participação na Maridt. Magistrados podem ter participações em empresas. A lei proíbe apenas atos de gestão.
Empresa integrou o grupo Tayaya até fevereiro de 2023. A ação sobre o Banco Master foi distribuída a Toffoli em novembro de 2025. Maridt não fazia mais parte do grupo.
Toffoli nega conhecer o gestor do Fundo Arllen. Ele também nega amizade com Daniel Vorcaro. Fundo Arllen comprou a participação da Maridt no resort.
A PF enviou o relatório a Fachin na segunda-feira (9). O relatório analisou dados do celular de Daniel Vorcaro. A PF encontrou menções a Toffoli.
A PF pediu a suspeição de Toffoli no caso. Somente o Procurador-Geral da República pode fazer esse pedido. Paulo Gonet é o atual Procurador-Geral.
Toffoli classificou o pedido como “ilações”. Ele argumenta que a PF não tem legitimidade. O ministro responderá ao presidente da Corte sobre o relatório.


