O Supremo Tribunal Federal (STF) discute um Código de Ética. O objetivo é recuperar a credibilidade da Corte. A medida busca preencher lacunas sobre condutas de ministros.
Edson Fachin prioriza o tema em sua gestão. Questionamentos públicos motivam a discussão. Casos de conflito de interesse ganharam destaque.
Ministros seguem regras da Constituição e da Loman. No entanto, as normas não detalham situações atuais. Eventos privados e redes sociais geram dúvidas.
Liliane Sobreira defende a necessidade de novas regras. Ela acredita que as normas atuais são insuficientes. O Código de Ética seria um instrumento preventivo.
Rodrigo Prando considera as normas importantes, mas insuficientes. Ele questiona a observância do artigo 37 da Constituição. A percepção pública é relevante.
Cármen Lúcia será a relatora do Código de Ética. Sua indicação carrega um peso simbólico, segundo Prando. Seu perfil pessoal e institucional foram determinantes.
Liliane Sobreira acredita que a escolha transmite um recado claro. A indicação de Cármen Lúcia sinaliza um debate sem viés político.
Fonte: Jovem Pan.


