A manutenção do veto de Adriane Lopes (PP) ao projeto do IPTU gerou confusão. A votação expôs a divisão entre os vereadores da capital. Ficou difícil identificar quem apoia ou se opõe à prefeita.
A votação gerou tensões nos bastidores. Vereadores se sentiram pressionados por líderes partidários. A senadora Tereza Cristina (PP) influenciou a mudança de postura de alguns.
O vice-líder da prefeita, Otávio Trad (PSD), votou contra o veto. Os vereadores Professor Riverton (PP) e Maicon Nogueira (PP) também se opuseram. Maicon Nogueira declarou “guerra” após perder indicações.
Alguns vereadores, geralmente opositores, se ausentaram da votação. Dr. Lívio (União), Landmark (PT) e Junior Coringa (MDB) ajudaram o Executivo. PSDB mostrou apoio majoritário à prefeita.
Dr. Victor Rocha (PSDB) e Professor Juari (PSDB) votaram a favor do veto. Silvio Pitu (PSDB) se ausentou para ajudar a manter o veto. Eram necessários 15 votos para derrubar o veto.
Apenas 14 votos foram computados contra o veto. Oito vereadores votaram pela manutenção do veto. Eles se juntaram a seis ausentes para ajudar o Poder Executivo.
Beto Avelar (PP), Carlão (PSB), Delei Pinheiro (PP), Dr. Jamal (MDB) votaram a favor. Dr. Victor Rocha (PSDB), Leinha (Avante), Professor Juari (PSDB) e Wilson Lands (Avante) também.
André Salineiro (PL), Ana Portela (PL), Clodoilson Pires (Podemos) foram contrários. Flávio Cabo Almi (PSDB), Herculano Borges (Republicanos) e Jean Ferreira (PT) também. Luiza Ribeiro (PT), Maicon Nogueira (PP), Marquinhos Trad (PDT), Professor Riverton (PP), Rafael Tavares (PL), Ronilço Guerreiro (Podemos), Otávio Trad e Veterinário Francisco (União) votaram contra.
Dr. Livio (União), Fábio Rocha (União), Júnior Coringa (MDB) se ausentaram. Landmark (PT), Neto Santos (Republicanos) e Silvio Pitu (PSDB) também faltaram à sessão.


