O ministro André Mendonça, novo relator do caso Banco Master no STF, tomou decisões importantes. Ele aumentou o acesso da Polícia Federal às investigações. Mendonça também garantiu mais autonomia para a PF conduzir o caso.
O despacho divulgado nesta quinta-feira (19) contrasta com a gestão anterior. Anteriormente, apenas peritos autorizados por Toffoli tinham acesso aos celulares apreendidos. Agora, mais policiais poderão analisar os dados e elaborar relatórios.
A Polícia Federal solicitou a mudança devido à dificuldade em concluir a apuração. Havia cerca de cem dispositivos eletrônicos para serem periciados. Um único perito levaria muito tempo para concluir a tarefa.
Mendonça concordou com a PF, exigindo total responsabilidade pela preservação do sigilo. Ele citou um artigo sobre a importância do sigilo para evitar o uso político de informações. A PF deve manter o sigilo, inclusive de seus superiores.
O ministro autorizou a PF a realizar as diligências necessárias. Isso inclui ouvir investigados e testemunhas nas dependências da Polícia Federal. Informações podem ser compartilhadas com a Corregedoria da PF em casos de má conduta policial.
A Diretoria de Inteligência da PF deve compartilhar informações com os delegados responsáveis. O compartilhamento com a Diretoria de Inteligência também foi autorizado. Mendonça ressaltou o dever de sigilo em todos os casos.
A decisão de Mendonça visa acelerar as investigações e garantir a integridade do processo. O sigilo é crucial para evitar interferências e assegurar a justiça no caso Banco Master.


