O governo de São Paulo solicitou urgência na análise da concessão da Enel. Tarcísio de Freitas enviou um ofício ao governo federal. O documento pede a conclusão do processo de monitoramento da Enel São Paulo.
A análise pode resultar na caducidade do contrato. A secretária Natália Resende e o secretário Rafael Benini assinam o documento. O governo paulista pede a suspensão de iniciativas para prorrogar a concessão. Eles defendem a necessidade de decretar a caducidade do contrato.
A gestão estadual critica a atuação da Enel. A empresa apresenta falhas na manutenção e falta de investimento. Há também inadequação do contingente de pessoal. O objetivo é evitar novos colapsos no fornecimento de energia.
Em dezembro de 2023, Tarcísio anunciou que acionaria a Aneel. A decisão ocorreu após uma reunião com o ministro e o prefeito Ricardo Nunes. O apagão que atingiu São Paulo reacendeu as críticas à Enel.
A concessão da Enel é de competência federal. A Aneel pode anular o contrato. O acordo atual vai até 2028. A renovação antecipada foi cogitada pelo governo federal.
Alexandre Silveira acusou Tarcísio de usar o evento para disputas políticas. Tarcísio cobrou ação do governo federal. Ele afirmou que não aceitará a renovação do contrato “goela abaixo”.
Tarcísio evitou críticas ao modelo privado. Ele focou nas cobranças à Enel. Uma intervenção poderia usar recursos da empresa para melhorar o serviço.


