A Polícia Científica de MS (PCi-MS) ampliou seu banco genético. O aumento foi de 170 vezes em dez anos. Atualmente, possui 5.443 perfis cadastrados.
A PCi-MS também manteve a certificação internacional em análise de DNA. O Gitad (Grupo Iberoamericano de Trabalho em Análise de DNA) concedeu o título. O IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses) segue os padrões internacionais.
O banco genético estadual está na RIBPG (Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos). Foram identificadas 76 coincidências técnicas, 25 delas em outros estados. O índice de correspondência é de 1,40%.
Em 2015, MS tinha 32 perfis. Em 2025, são 5.443 registros. A estrutura genética é um instrumento estratégico de investigação.
A certificação, de 2003, garante exames precisos. A rastreabilidade e segurança são indispensáveis. A prova pericial tem validade técnica e jurídica.
Josemirtes Prado da Silva, diretora do IALF, destacou o processo anual. Os dados laboratoriais são enviados para avaliação externa. A ampliação de perfis integra as metas da Sejusp.
O laboratório da PCi-MS realiza confrontos genéticos em âmbito nacional. A identificação de vínculos fortalece a cooperação interestadual. A base criminal é independente da identificação civil.
A RIBPG é regulamentada pela Lei Federal nº 12.654/2012. O Gitad reúne 58 laboratórios. O IALF participa de rede internacional.
Os exames de DNA forense analisam vestígios biológicos. Eles auxiliam em crimes sexuais e na identificação humana. Os laudos dão robustez científica à prova pericial.
A PCi-MS fortalece a política nacional de bancos de perfis genéticos. O rigor científico, controle externo e cooperação federativa são a base.


