A Venezuela aprovou uma lei de anistia geral. O objetivo é libertar presos políticos sob o governo chavista. Analistas alertam que a lei pode ter um alcance limitado.
O Parlamento aprovou a lei por unanimidade. Jorge Rodríguez, líder da Assembleia Nacional, anunciou a aprovação. Ele celebrou a lei como um avanço para a democracia.
Delcy Rodríguez, presidente encarregada, sancionou a lei. Ela afirmou que a lei é um ato de grandeza. Ela espera que a lei abra novos caminhos para a política venezuelana.
Juan Pablo Guanipa, opositor, foi libertado após a promulgação. Ele criticou a lei, considerando-a insuficiente. Ele alega que a lei exclui muitos inocentes e presos injustamente.
A libertação de Guanipa gerou dúvidas. Ele já havia sido preso e solto anteriormente. Ele criticou a anistia desde o início.
A lei passou por consulta pública e negociações. Familiares de presos políticos acompanharam o debate com emoção. Eles esperam a libertação de seus entes queridos.
ONGs criticam a lei por suas deficiências estruturais. O artigo 8 da lei especifica momentos-chave do chavismo. Críticos argumentam que a anistia deveria ser mais abrangente.
O artigo 9 exclui pessoas envolvidas em ações armadas. Gonzalo Himiob, da Foro Penal, critica essa exclusão. Ele defende uma anistia sem exceções.


