A promotora Fernanda Rottili Dias acredita que Celso Capovilla pode ser condenado. A queixa-crime foi registrada pela prefeita de Caarapó, Maria Lurdes Portugal.
Ela considerou que não houve calúnia. Porém, a promotora identificou indícios de difamação e injúria nas declarações do vereador. As falas foram consideradas ofensivas à imagem da prefeita.
Maria Lurdes acusa o vereador de ataques nas redes sociais. Ela pede indenização de R$ 10 mil por danos morais. A prefeita alega prejuízos à sua imagem devido à repercussão das críticas.
Celso Capovilla afirmou ter solicitado informações sobre empresas. Ele questionou contratos da prefeitura e a contratação de um escritório de advocacia. O vereador alega perseguição política.
Em outra postagem, ele critica a gestão da prefeitura. Ele diz que o marido da prefeita pediu a demissão de uma funcionária. Celso Capovilla descreve a prefeitura como uma “anarquia”.
A promotora descartou a denúncia por calúnia. Agora, a prefeita pode seguir com o processo por difamação e injúria. O caso segue em análise na Justiça de Mato Grosso do Sul.
Fonte: Investigams


