O Irã negou as acusações dos Estados Unidos nesta quarta-feira (25). O governo americano acusa Teerã de desenvolver mísseis com alcance até os EUA.
Donald Trump também alega que o Irã busca ambições nucleares “sinistras”. As declarações ocorrem antes de negociações mediadas por Omã em Genebra.
Trump afirmou que prioriza a diplomacia. O Irã considera um acordo “ao alcance da mão”. Os EUA intensificaram ameaças e enviaram reforços militares ao Golfo.
O porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baqaei, usou a rede social X. Ele classificou as alegações americanas como “grandes mentiras”. Ele se referia ao programa nuclear, mísseis e mortes em protestos.
Trump afirmou que o Irã desenvolveu mísseis que ameaçam a Europa e bases americanas. Ele também acusou o país de construir mísseis com alcance nos Estados Unidos.
“Eles seguem adiante com suas sinistras ambições nucleares”, alertou Trump. Ele busca um acordo que garanta que o Irã não desenvolva armas atômicas.
Trump reiterou que nunca permitirá que o Irã tenha uma arma nuclear. Ele afirmou que o Irã quer um acordo, mas falta a garantia de não ter armas nucleares.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbass Araghchi, busca um acordo justo e rápido. Ele vê uma oportunidade histórica para um acordo sem precedentes.
Araghchi acredita que um entendimento está próximo. Ele ressalta que a diplomacia deve ser priorizada.
O Irã nega ambições nucleares militares. Eles insistem no direito ao uso civil da energia nuclear. O país é signatário do Tratado de Não Proliferação (TNP).
Irã e EUA retomaram o diálogo em Omã em 6 de fevereiro. Eles organizaram cinco rodadas de negociações nucleares no ano passado.
Trump acusou o Irã de matar 32.000 pessoas em protestos. Autoridades iranianas reconhecem mais de 3.000 mortos. Eles atribuem a violência a “atos terroristas”.
Fonte: Agência de Notícias


