A senadora Tereza Cristina (PP) acatará a decisão do PL. O acordo foi feito por Reinaldo Azambuja (PL) com Jair Bolsonaro (PL) e Valdemar da Costa Neto. O objetivo é definir a eleição em Mato Grosso do Sul.
Tereza Cristina havia prometido um novo senador para o PP em MS. Contudo, ela declarou que o PP não terá candidato ao Senado. A decisão impacta Gerson Claro e Marcelo Migliolli, que almejavam a candidatura.
Uma lista vazada de Flávio Bolsonaro indicava que o PP não teria espaço na chapa. Tereza Cristina se contentaria com Eduardo Riedel, recém-filiado ao partido.
A coligação em MS terá Riedel para o governo. Reinaldo Azambuja e Capitão Contar disputarão o Senado.
Tereza Cristina venceu Gilberto Kassab (PSD) e levou Riedel para o PP. Kassab tentou convencer Riedel, mas não obteve sucesso. A gratidão de Riedel a Tereza pesou na decisão.
A mudança de Riedel para o PP não alterou o governo até o momento. PP e União Brasil pediram espaço, mas não ganharam secretarias.
O silêncio de Tereza indicava sua satisfação com o governador para o partido. Ela também almeja uma vaga de vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
Com a expectativa de ser vice de Flávio, Tereza evita conflitos com o PL. Valdemar a citou como um bom nome para vice-presidente.
Na eleição passada, Tereza foi crucial para a reeleição de Adriane Lopes. Nesta eleição, ela busca novos aliados políticos.


