Um acordo judicial encerrou o processo entre Pablo Marçal e José Luiz Datena. Marçal processava Datena por agressão durante debate na TV Cultura em 2024. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) homologou o acordo nesta sexta-feira. O influenciador pedia R$ 100 mil por danos morais.
Datena, então candidato à prefeitura, agrediu Marçal com uma cadeira. O acordo também encerra outros processos entre os dois. Cláusulas do acordo são confidenciais.
Marçal alegou que Datena violou seus direitos de personalidade. Ele afirmou que sua honra, imagem e integridade foram atingidas. A agressão foi vista como uma afronta ao processo democrático.
A defesa de Datena e Marçal selaram o acordo em outubro do ano passado. Em outras ações, Datena processava Marçal por ofensas. As ofensas incluíam chamá-lo de “comedor de açúcar”. Marçal também insinuou que Datena foi condenado por abuso sexual.
O acordo não implica confissão de culpa de nenhuma das partes. Ambos declararam retratação e perdão. Marçal provocou Datena antes do debate da TV Cultura. Ele insinuou que Datena vendeu desistências em eleições anteriores.
No debate, Marçal chamou Datena de “jack”, gíria para abusadores. Ele também questionou as desistências de Datena em outras disputas. A cadeirada interrompeu a transmissão do debate. Datena foi expulso do evento.
Marçal foi condenado à inelegibilidade pela Justiça Eleitoral. Ele recorre da decisão. A ação de Guilherme Boulos (PSOL) contra Marçal foi suspensa por dois anos. O acordo foi feito com a promotoria.
Fonte: Jovem Pan News


