Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) manteve a quebra de sigilo de Fábio Luis da Silva, o Lulinha. Ele é filho do presidente Lula. A decisão ocorreu na CPMI do INSS.
Randolfe Rodrigues (PT-AP) criticou a decisão. Ele protocolou requerimento para impugnar a decisão da CPMI. Carlos Viana preside a CPMI.
Rodrigues defende a quebra de outros sigilos. Ele citou a chefe do escritório do filho de Bolsonaro. Também mencionou a Clava Fort Bank e Fabiano Zettel.
Alcolumbre justificou sua decisão. Ele afirmou que não houve violação evidente das normas. Ele ressaltou a necessidade de maioria absoluta na votação.
Alcolumbre explicou o cálculo da maioria. Ele considerou o número total de parlamentares da comissão. Para ele, 14 votos contrários não seriam suficientes.


