O senador Carlos Viana (Podemos-MG) aguarda decisão de Davi Alcolumbre. Alcolumbre é o presidente do Senado (União Brasil-AP). Ele decidirá sobre a prorrogação da CPMI do INSS. A CPMI investiga fraudes no Instituto Nacional de Seguro Social.
Viana esperava entrar com mandado de segurança no STF. O objetivo era adiar a conclusão dos trabalhos da CPMI. Ele decidiu esperar após conversa com Alcolumbre. A decisão foi comunicada nesta terça-feira (3).
“Vamos aguardar mais um tempo”, disse Viana. Ele defende a autonomia do Parlamento. Recorrer ao Supremo não é o seu desejo. Viana mencionou a rejeição do pedido para anular a quebra de sigilo de Lulinha.
Segundo Viana, Alcolumbre ainda não decidiu. Ele promete dar uma resposta em breve. O senador explicou o processo de prorrogação da CPMI. É preciso coletar assinaturas e protocolar um requerimento.
Viana negou que um requerimento tenha sumido. O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) alegou o envio do documento. A CPMI aprovou a quebra de sigilo de Lulinha na quinta-feira (26). A decisão gerou confusão.
Alcolumbre rejeitou o pedido para anular a quebra de sigilo. Viana não se surpreendeu com a decisão. Ele afirmou que sempre cumpriu o regimento. A CPMI não vai blindar ninguém, garante o senador.
Viana busca consenso para o relatório final. Ele quer um documento que atenda a todos os lados. O relatório será baseado nas informações coletadas. A CPMI foi instalada em 20 de julho.


