O fim da escala 6×1 divide opiniões no Brasil. O Congresso debate a proposta, que impacta trabalhadores e a economia. A maioria dos trabalhadores apoia a mudança. Oposição e setores econômicos cruciais resistem à ideia.
Hugo Motta, presidente da Câmara, planeja votar a proposta até maio. Duas PECs tramitam no Congresso. A PEC 8/2025 propõe jornada 4×3, com 36 horas semanais. Paulo Azi é o relator.
A PEC 148/2015 já foi aprovada no Senado. Rogério Carvalho relatou a proposta de Paulo Paim. O texto segue agora para votação no plenário do Senado. A Câmara e o presidente Lula ainda precisam aprovar a medida.
A proposta reduz a jornada semanal de forma gradual a partir de 2027. O tema é sensível no Congresso, especialmente em ano eleitoral. O diálogo sobre a situação é constante.
Reginaldo Lopes (PT-MG) defende a escala 5×2 e 40 horas. Ele acredita que trabalhadores informais aceitariam a formalização com jornada justa. Ajustes no texto são necessários, segundo o deputado.
Lopes alerta para um possível apagão no mercado formal caso a PEC não seja aprovada. Cabo Gilberto Silva (PL-MG) afirma que a oposição discute a proposta. A isenção do IR até R$ 5 mil mostra abertura para projetos da base aliada.
Outra parte da oposição critica a proposta. Eles a consideram eleitoreira e alegam que a economia não suportaria a redução. A oposição planeja se unir ao empresariado para barrar a votação.
Congressistas temem perder popularidade se votarem contra a medida. A narrativa de colapso econômico divide especialistas. André Galhardo, economista, vê a redução como um movimento natural.
Galhardo afirma que a medida melhora a saúde e o bem-estar. A redução abre novas oportunidades para o trabalhador. A escala 6×1 limita a atualização profissional, segundo ele.


