Mauro Vieira e Marco Rubio conversaram sobre a relação Brasil-EUA. A conversa ocorreu após os EUA sinalizarem classificar facções brasileiras como terroristas. O governo Trump já havia proposto isso. Lula rejeitou a ideia, baseando-se em leis nacionais e internacionais.
Os EUA focam no PCC e no CV, com atuação continental e elos na Europa. Se confirmada, a medida incluirá os grupos na lista de terroristas estrangeiros. Isso ampliaria a cooperação para investigações e bloqueio de bens.
O procedimento exige comunicação ao Congresso dos EUA e publicação oficial. A conversa ocorreu após reunião de Trump com presidentes latinos. Eles discutiram combate ao crime organizado, em encontro sem Lula.
O governo brasileiro teme que a medida legitime intervenções militares. Eles citam a operação contra Nicolás Maduro na Venezuela. O governo não vê terrorismo nas ações das facções, conforme a lei brasileira.
Diplomatas veem influência do lobby bolsonarista na agenda dos EUA. O Planalto busca canais de confiança com a Casa Branca. Há objeção política de apoiadores de Bolsonaro no Departamento de Estado.
A discussão sobre classificar PCC e CV como terroristas ocorreu no Congresso. Parlamentares de direita apoiam a medida. O Itamaraty não comentou o telefonema. O Departamento de Estado não respondeu.
*Com informações do Estadão Conteúdo


