Um cadastro no Redome mudou a vida de Renata. Ela tinha 18 anos quando se registrou. Anos depois, Renata salvou uma vida. Aos 31, ela doou medula óssea para um paciente compatível.
O Redome (Registro Nacional de Doadores) a convocou. O transplante ocorreu em 28 de outubro de 2025. O paciente é brasileiro e precisava da doação.
Renata participava de campanhas de doação de sangue. O Rotary Club promovia as ações. Ao atingir o peso ideal, ela começou a doar sangue.
O cadastro de medula veio depois. Renata hesitou no início. Explicaram que a compatibilidade era rara. Caso acontecesse, entrariam em contato.
Ela autorizou o cadastro e seguiu sua vida. Renata nunca mudou telefone ou endereço. Um telefonema mudaria tudo.
Em 2024, perguntaram se ela podia ir a Campo Grande. Exames de compatibilidade seriam feitos. Não era garantia de doação.
Após a coleta, Renata aguardou 175 dias. A confirmação chegou. Perguntaram se ela desejava continuar. “Eu disse sim na hora”, afirmou.
Mãe de Liz e Leonardo, ela organizou a rotina. Precisava ficar dias fora de casa. “Não hesitei”, disse Renata, pensando nos filhos.
Renata foi a São Paulo para exames e orientações. Explicaram as formas de doação. A aférese foi o método escolhido para ela.
Na aférese, a medicação aumenta as células-tronco. Uma máquina separa as células e devolve o resto ao corpo. O Redome/INCA custeou tudo.
Renata ficou seis horas ligada ao equipamento. “Eles explicam tudo”, disse. Ela se sentiu segura durante o processo.
Foram nove dias em São Paulo, longe da família. A saudade apertou. Mas ela sabia da importância da causa.
Havia chance de uma segunda coleta. A primeira foi suficiente. Renata se emocionou com a notícia. “Eu desabei”, contou.
O doador não sabe detalhes do receptor. Renata sabe que o paciente é brasileiro. Ela espera que ele se recupere bem. Que tenha saúde.
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