O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cobrou a PGR. Ele quer um pronunciamento sobre dados de celular de Frederick Wassef. Wassef é advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A Polícia Federal apreendeu os celulares. A apreensão ocorreu na investigação sobre joias recebidas por Bolsonaro. Os presentes foram dados em viagens internacionais.
A PF encontrou “eventos fortuitos” nos dados. Isso ocorreu em 4 de março. A PF pediu que se apure esses eventos em outro processo.
A PGR pediu o arquivamento do caso. Alegou que não há crime em receber presentes. Não há lei clara sobre a posse desses itens.
Moraes devolveu o caso para a PGR. Ele quer que o órgão se manifeste sobre os dados apreendidos. A investigação da PF indiciou 12 pessoas.
Entre os indiciados estão Bolsonaro e Mauro Cid. Cid era ajudante de ordens de Bolsonaro. O pai de Cid e outros ex-assessores também foram indiciados.
Bolsonaro e Cid foram indiciados por peculato. Eles teriam se apropriado de esculturas de ouro. Os presentes foram dados por autoridades do Oriente Médio.
A PF também apura o desvio de joias. Há kits de ouro rosa e ouro branco. Um relógio Patek Philippe também está sob investigação.
Bolsonaro e outros também foram indiciados por tentativa de peculato. Eles tentaram desviar joias e uma escultura de cavalo.
Vieira Gomes foi indiciado por advocacia administrativa. Ele teria atuado para incorporar os bens ao patrimônio de Bolsonaro. Todos os 12 foram indiciados por associação criminosa.
Fonte: Estadão


