Bombas antibunker são munições de alta precisão. Elas penetram metros de terra, rocha ou concreto. A detonação ocorre após a penetração. Assim, destroem alvos subterrâneos.
Elas atingem centros de comando, silos e instalações nucleares. O design difere de bombas convencionais. A energia se concentra na penetração.
A eficácia depende da resistência da carcaça. Modelos como BLU-109 e GBU-28 usam aço forjado. A GBU-28 surgiu na Guerra do Golfo.
A GBU-57 MOP é a mais poderosa bomba não nuclear. Ela pesa 13.600 quilos e tem 6 metros. Sua liga de aço especial garante alta performance.
A destruição exige uma sequência precisa. O lançamento ocorre de grandes altitudes. Sistemas de navegação ajustam a trajetória.
A gravidade impulsiona a bomba em alta velocidade. A energia cinética a transforma em um ‘prego gigante’. Ela então penetra a superfície.
A carcaça de aço absorve o choque. A carga explosiva interna é protegida. O material é empurrado para os lados.
O detonador inteligente é o cérebro da bomba. Ele usa um fusível de retardo. Sensores detectam espaços vazios para explodir no momento certo.


