A Guerra Irã-Iraque (1980-1988) mudou as Forças Armadas do Irã. O conflito causou cerca de 500 mil mortes. O Irã substituiu o poderio convencional por novas táticas.
O país passou a focar em mísseis balísticos e drones baratos. Redes de milícias aliadas também ganharam destaque. O Irã estava isolado e sofria ataques com armas químicas.
O regime percebeu que não podia competir com inimigos ricos. Esses inimigos eram equipados por potências ocidentais. A guerra moldou a tática militar iraniana atual.
Em vez de aviões modernos, o Irã aposta no desgaste financeiro. O país usa um arsenal rudimentar e táticas de exaustão. Saddam Hussein invadiu o Irã em 1980.
Ele aproveitou a fragilidade do Irã pós-Revolução Islâmica. A guerra se tornou um impasse sangrento. As forças iranianas conseguiram conter o avanço inicial.
O combate se tornou semelhante à Primeira Guerra Mundial. Trincheiras, artilharia pesada e gás mostarda foram usados. O Irã não tinha acesso ao mercado de armas.
O país recorreu a manobras extremas. A guerra mudou a hierarquia do poder no Irã. As forças armadas regulares sofreram com sanções e expurgos.
Sem peças de reposição, engenheiros canibalizaram aeronaves. O Irã priorizou o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). Esta organização ganhou protagonismo.
A vulnerabilidade aérea nos anos 1980 impulsionou o Irã. O país construiu o maior arsenal de mísseis do Oriente Médio. O desenvolvimento de drones também aumentou.
O Irã busca esgotar financeiramente seus oponentes. O objetivo é testar a resistência financeira das superpotências. O ceticismo em relação ao direito internacional cresceu.
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