O Ministério Público Estadual (MPMS) investiga um contrato em Ribas do Rio Pardo. O promotor George Zarour Cezar instaurou inquérito civil. Ele busca apurar irregularidades na contratação da Morhena Coleta e Logística Ambiental Ltda.
Uma denúncia anônima motivou a investigação. A empresa foi contratada diretamente para serviços de limpeza. Varrição, roçada e capina somam R$ 3,8 milhões. O valor mensal chega a R$ 642 mil.
O denunciante alega uso irregular de caminhões da prefeitura. Ele também acusa o pagamento irregular a 24 prestadores de serviço. Os pagamentos teriam ocorrido via empenho.
A prefeitura justifica a contratação. Alega que houve redução no número de funcionários em dezembro de 2024. A gestão anterior teria adiantado pagamentos, gerando ausências e paralisação.
Para evitar o caos, a prefeitura contratou a empresa. A urgência e o risco à saúde pública justificariam a medida. A gestão alega ineficiência na gestão anterior.
O procurador do município defende a contratação. Ele afirma que a empresa devolveu R$ 45 mil pelo uso de equipamentos. Para o procurador, as denúncias são ilações infundadas.
A prefeitura alega que a antiga gestão gastava mais com a limpeza pública. A nova gestão busca eficiência e legalidade nos serviços prestados.


