O Bioparque Pantanal completa quatro anos neste sábado (28). Ele se consolida como o maior aquário de água doce do mundo. O local é referência em turismo científico, acessível e sustentável.
O Bioparque alcançou resultados expressivos. As áreas de conservação, pesquisa e educação ambiental se destacam. O empreendimento coloca Mato Grosso do Sul em evidência internacional.
O aquário recebeu a certificação ouro de sustentabilidade. A Green Destinations concedeu o prêmio. O complexo segue critérios ambientais, sociais e de governança rigorosos.
A gestão eficiente de recursos hídricos é um exemplo. A inclusão social e o uso consciente de energia também. A destinação correta de resíduos completa as boas práticas. A educação ambiental para visitantes e comunidades é essencial.
O Bioparque possui o maior banco genético vivo de água doce do mundo. Ele já reproduziu mais de 100 espécies. O cascudo-viola, ameaçado de extinção, está entre elas.
O manejo técnico especializado é crucial. O monitoramento constante e os estudos científicos também. Eles contribuem para a conservação da ictiofauna. Assim, a diversidade genética se mantém.
Mais de 1,5 milhão de pessoas visitaram o Bioparque. Os visitantes vieram de mais de 140 países. O local é uma vitrine da biodiversidade pantaneira. O Google considera este o aquário com a melhor avaliação do Brasil e do mundo.
Mais de 130 mil estudantes foram atendidos. Visitas e ações lúdicas pedagógicas foram realizadas. As atividades promovem aprendizado sobre conservação ambiental. Ecossistemas aquáticos e sustentabilidade são temas abordados.
O Bioparque sediará o Congresso da AZAB. A Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil realizará o evento em maio. O encontro reforçará a relevância técnica e científica do local.
O Bioparque também sediou eventos da COP15. O foco foram os peixes migratórios de água doce. Especialistas e representantes de diversos países participaram.
O empreendimento mantém intercâmbios técnicos e científicos. Universidades, centros de pesquisa e ONGs são parceiros. Projetos de pesquisa sobre a biodiversidade aquática são desenvolvidos. Artigos científicos são publicados.
*Fonte: Governo de Mato Grosso do Sul*


