O governo de Cuba libertou 2.010 presos. A ação é um “gesto humanitário” durante a Semana Santa. Este é o segundo indulto em menos de um mês. A pressão dos Estados Unidos aumenta sobre a ilha.
O indulto foi aprovado pelo governo cubano. É um gesto de soberania em celebração à Semana Santa. A informação foi divulgada na TV cubana.
O anúncio ocorre após alívio no bloqueio petrolífero imposto por Trump. Um petroleiro russo foi autorizado a entrar na ilha. Cuba enfrenta uma profunda crise energética. Trump busca uma mudança de regime em Cuba.
Cuba é vista por Washington como uma ameaça. A ilha mantém relações com Rússia, China e Irã. Trump ameaçou Cuba diversas vezes. Ele chegou a falar em “tomar” a ilha.
As autoridades cubanas não divulgaram a lista dos presos. Também não informaram os motivos das prisões. Os beneficiados cumpriram parte das penas. Eles tiveram bom comportamento na prisão.
O governo considerou o estado de saúde dos presos. Jovens, mulheres e idosos foram incluídos. Estrangeiros e cubanos residentes no exterior também.
Excluíram crimes como agressão sexual e pedofilia. Assassinato, homicídio e tráfico também foram vetados. Furto com violência e corrupção de menores igualmente. Crimes contra a autoridade não entraram. Reincidentes ficaram de fora.
Este é o quinto indulto desde 2011. Mais de 11 mil pessoas foram beneficiadas. Em março, 51 presos foram libertados como gesto ao Vaticano. O Vaticano é mediador entre Cuba e EUA.
Cuba mantém conversas com os Estados Unidos. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, criticou o governo cubano. Ele defende reformas econômicas e políticas em Cuba.
Rubio acredita que a economia não melhora sem mudança no governo. Ele afirmou que Cuba está em sérios problemas. Mais notícias sobre Cuba devem surgir em breve.
*AFP Fonte: Jovem Pan News


