Romeu Zema, pré-candidato à presidência, fez promessas polêmicas. Ele quer obrigar beneficiários do Bolsa Família a trabalhar se for eleito.
Zema defende o corte de gastos e a redução de impostos. Ele também propõe investimentos privados em infraestrutura. O plano foi lançado em São Paulo.
O ex-governador de Minas Gerais quer criar 500 mil empregos rapidamente. Ele sugere obrigar homens saudáveis a aceitar empregos.
“Marmanjões” que não trabalham teriam o benefício cortado, segundo Zema. Ele afirma que existem vagas abertas no mercado.
Quem não tiver emprego, ajudaria na prefeitura, diz o pré-candidato. Ele propõe trabalho voluntário e cursos profissionalizantes.
Carlos da Costa, economista, defende a privatização de estatais. A proposta contrasta com a gestão de Zema em Minas Gerais.
Zema não conseguiu privatizar a Cemig, Copasa e Gasmig. Ele prometeu a venda das empresas em 2019.
Zema também criticou o STF e prometeu mudanças. Ele defende a prisão de ministros da corte.
Ele propõe um “novo” Supremo, com membros que prestem contas. Zema quer proibir parentes de ministros de ter negócios jurídicos.
Zema criticou Davi Alcolumbre, presidente do Senado. Ele o chamou de “presidente engavetador” de investigações.
Luiz Felipe D’Ávila, cientista político, apoia as medidas. O objetivo é restaurar a confiança nas instituições, segundo ele.
*Fonte: Coluna do Estadão*


