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Sábado, 21 Março, 2026
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    Reforma Tributária e Precatórios: PGE e TJMS orientam municípios

    PGE e TJMS esclarecem mudanças em reunião com prefeitos na Assomasul.

    Detran-MS promove inclusão no Dia da Síndrome de Down

    Ação lúdica e educativa marca a data em Campo Grande.
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    STF nega pedido da defesa de Bolsonaro para que advogado de Mauro Cid seja ouvido antes

    Coronel fez um acordo de delação premiada com a Polícia Federal, na qual revelou detalhes da suposta trama golpista durante as eleições de 2022

    Mauro Cid revela que militares pediram localização de Moraes um dia após o cancelamento do suposto plano

    Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro afirmou, durante delação, que não sabia o motivo do monitoramento: ‘eu não tinha esse nível de detalhamento e ciência, nem quando ia acontecer, e se ia acontecer’

    Delação de Mauro Cid é peça-chave na denúncia contra Bolsonaro

    Se, de um lado, os opositores de Bolsonaro esfregam as mãos por agora contarem com subsídios para atacar o desafeto, por outro, a defesa busca falhas no depoimento para desqualificar as acusações

    Até onde a cogitação de golpe é tentativa de golpe?

    De acordo com o artigo do Código Penal 359, é crime ‘tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais’

    Novo advogado de Braga Netto afirma que não há chance de delação

    De acordo com a PF, general tentou conseguir informações sigilosas sobre a delação do tenente-coronel Mauro Cid para repassar a outros investigados e também alinhou versões com aliados

    Após alerta da Polícia Federal, STF marca novo depoimento de Mauro Cid e pode invalidar delação

    Tenente-coronel é suspeito de ter omitido informações sobre suposto plano para matar Lula, Geraldo Alckmin e Alexandre de Moares; ele corre risco de voltar à prisão

    Efeito Toffoli: juiz anula acordo e manda devolver R$ 25 milhões a delator da Lava Jato

    Nas redes sociais, o ex-procurador Deltan Dallagnol, que coordenou a força-tarefa da Lava Jato, criticou a decisão: ‘Nós estamos sendo feitos de palhaços pelo Supremo guardião da impunidade dos corruptos do Brasil’