Primeiro-ministro de Israel afirmou que duração da trégua dependerá da capacidade do grupo extremista islâmico de cumprir os termos combinados, e que foco é ‘ameaça’ do Irã e Hamas
Entre os principais pontos de discórdia está uma demanda israelense de reservar o direito de agir caso o Hezbollah viole suas obrigações
Líderes da França e dos Estados Unidos afirmaram que negociações para trégua no Líbano registraram um avanço significativo
Essa ofensiva ocorre após um ataque israelense em Beirute, que deixou cerca de 20 mortos
Após quase um ano de troca de tiros na fronteira, o exército israelense lançou, em 23 de setembro, uma campanha de bombardeios maciços no Líbano e uma semana depois iniciou uma ofensiva terrestre no sul do país
Acordo é proposto pelos Estados Unidos e inclui resolução 1701 da ONU
Primeiro-ministro de Israel garantiu que continuará a ‘tomar medidas’ para impedir o fornecimento de armas ao grupo xiita através da Síria, atacando suas passagens de fronteira
Primeiro-ministro e sua família não estavam no local no momento do ocorrido; incidente ocorreu por volta das 19h30 (horário local) e ainda não teve sua origem esclarecida
Najib Mikati pediu ao país persa que ajude a implementar a resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que encerrou a última guerra entre Israel e o Hezbollah, em 2006
Incidente feriu quase três mil pessoas e, combinado com um ataque de walkie-talkies, deixou mais de 37 mortos
Incidente acontece exatamente 40 dias após a morte do líder máximo da organização, um evento que teve grande repercussão na região
Exército israelense justificou a ação no Líbano ao afirmar que havia instalações do Hezbollah na região; operação em Beit Lahiya foi feita porque se acredita que militantes do Hamas estejam se reorganizando
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