Conselho de Segurança da ONU debate a intensificação da violência entre Israel e Hezbollah, com preocupações sobre ataques e deslocamento de civis.
Ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, destacou que a dinâmica do conflito está se deslocando do sul, em Gaza, para o norte do país
Grupo terrorista afirmou, ainda, que os foguetes foram uma retaliação pelo ataque do Estado judeu a vilas e residências no sul do Líbano
Salami argumentou que as ações israelenses refletem o desespero do que ele chamou de regime sionista
Hassan Nasrallah classificou a ação como o golpe mais grave e sem precedentes na história do conflito
Segundo o Exército israelense foram atacados cerca de 100 lançadores e outras infraestruturas terroristas
Explosões de dispositivos de comunicação causaram 37 mortes e mais de 3 mil feridos, levando a uma crise no sistema de saúde e aumento das tensões com Israel
Exército comunicou, ainda, que destruiu locais de infraestruturas terroristas que continham cerca de 150 lançadores prontos para disparar projéteis em direção ao território israelense
Hasan Nasrallah acrescentou que não daria quaisquer detalhes sobre ‘a hora, local ou tipo’ de retaliação
As operações foram planejadas como uma resposta ao assassinato em Teerã, no final de julho, do então líder político do grupo islâmico terrorista Hamas, Ismail Haniyeh
O temor de uma guerra regional aumenta com os novos acontecimentos, um dia após explosões de pagers de membros do Hezbollah matarem 12 pessoas
Hezbollah responsabilizou Israel pelos ataques, uma acusação que também foi feita pelo governo libanês, mas que não recebeu confirmação por parte de Tel Aviv
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