No maior ataque de um exército contra o solo russo desde a Segunda Guerra Mundial, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, disse que suas forças haviam tomado Sudzha, cidade com 5.500 habitantes
Kiev surpreendeu seu inimigo em 6 de agosto com a maior incursão de um exército estrangeiro no país desde o final da Segunda Guerra Mundial
País já havia implementado uma medida semelhante no outono de 2023 devido ao aumento dos preços nas estações de serviço
Governador da região, Alexei Smirnov, reconheceu que cerca de 121 mil pessoas já foram evacuadas das zonas fronteiriças com a Ucrânia, e outras 60 mil serão transferidas para locais mais seguros
De acordo com Andrei Belousov, essa situação se deve ao desejo dos Estados Unidos e de seus aliados de manter seu domínio e ‘impedir a construção de uma nova ordem mundial multipolar e igualitária’
Pelo sexto dia consecutivo, país combate as forças ucranianas que entraram na região de Kursk na terça-feira (6), o que provocou o êxodo em massa de russos das cidades fronteiriças
Desde o início da incursão em solo russo, Defesa do país afirmou que a Ucrânia sofreu mais de mil baixas, além de ter perdido 36 veículos blindados — incluindo dez tanques
Competidora teria espalhado mercúrio na mesa da opositora antes de confronto entre as duas
Para o presidente russo Vladímir Putin, ataque foi uma ‘provocação em grande escala’, perto da cidade de Sudzha; governo ucraniano não se pronunciou sobre o ataque
A bomba russa FAB-3000 M-54 carrega 1.400 quilos de explosivos e pesa até três toneladas, mas continua sendo mais barata que outros mísseis guiados, como o Kalibr
Condições para cessar-fogo impostas pelo presidente russo Vladímir Putin envolvem a retirada ucraniana das quatro regiões anexadas por Moscou e a sua renúncia aos planos de adesão à OTAN
Rússia lançou 89 drones contra a Ucrânia na última quarta-feira, dos quais mais de 40 foram abatidos sobre Kiev e seus arredores
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