Yoon Suk Yeol foi destituído formalmente do cargo em 4 de abril, depois de ter sido afastado pelo Parlamento por sua tentativa de subverter o governo civil com uma lei marcial em 3 de dezembro
Yoon Suk Yeol foi destituído do cargo por unanimidade pelo Tribunal Constitucional; decisão marca fim do governo que atentou contra a democracia pela implementação de lei marcial
Para que Yoon Suk Yeol seja removido do cargo, pelo menos seis dos oito juízes do tribunal devem votar a favor da destituição
Tribunal coreano anulou o mandado de prisão que mantinha Yoon Suk Yeol preso e permitiu com que seja julgado em liberdade
Yoon Suk Yeol enfrenta nesta terça-feira (25) sessão final no Tribunal Constitucional antes que os juízes decidam se ele será formalmente destituído do cargo por sua tentativa frustrada de declarar lei marcial
Ato que motivou a acusação foi a declaração de lei marcial feita em 3 de dezembro, que visava suspender direitos políticos e restringir a oposição
Yoon Suk Yeol é investigado por conta da declaração de lei marcial, que suspende liberdades políticas, no começo de dezembro; sua prisão pode marcar o início de um longo período de custódia
Por sua tentativa fracassada de impor a lei marcial, Yoon Suk Yeol tornou-se o primeiro chefe de Estado ainda no cargo a ser detido na história do país asiático
Escritório de Investigação de Corrupção tem a intenção de interrogar o líder sul-coreano, que enfrenta um processo de impeachment, sobre alegações de rebelião por seu decreto de lei marcial
Ordem de prisão contra Yoon Suk-yeol, que sofreu impeachment pela sua fracassada tentativa de promulgação da lei marcial, expira nesta segunda-feira (6)
Afastado de suas funções pela Assembleia Nacional, Yoon Suk Yeol também pode ser acusado de “insurreição”, um crime punível com prisão perpétua ou pena de morte.
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