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    Após posse de Trump, Barroso diz que será necessário resistir contra ‘negacionismo ambiental’

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    Presente no Fórum Mundial de Davos, ministro afirmou que o país tem potencial para se tornar uma liderança ambiental, apesar de não possuir atualmente condições para liderar nos setores industrial e tecnológico

    Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, destacou a importância do Brasil no combate às mudanças climáticas. Em um painel dedicado ao país, Barroso afirmou que o país tem potencial para se tornar uma liderança ambiental, apesar de não possuir atualmente condições para liderar nos setores industrial e tecnológico. Ele ressaltou que a energia no Brasil é predominantemente limpa, com grande potencial em energias renováveis, como solar, eólica e biomassa, além de contar com a Amazônia, que desempenha um papel crucial na biodiversidade e no ciclo da água.

    Barroso também comentou sobre o cenário global, mencionando a resistência necessária contra o negacionismo ambiental, especialmente após a posse de Donald Trump, que retirou os Estados Unidos do Acordo de Paris e encerrou o programa de economia verde de Joe Biden. O ministro enfatizou que, apesar dos desafios, a luta pela preservação ambiental não deve ser abandonada, pois a história é feita de avanços e retrocessos. No mesmo painel, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), cobrou a participação dos Estados Unidos em discussões e financiamentos ambientais e anunciou que convidará Trump para a COP30, marcada para novembro em Belém.

    Além disso, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinou um memorando com o Fórum Econômico Global para criar uma sede da instituição na cidade, voltada para iniciativas em tecnologia. Essa parceria visa fomentar o desenvolvimento tecnológico e a inovação, alinhando-se com a agenda global de sustentabilidade e progresso. A presença de uma sede do Fórum no Rio de Janeiro pode impulsionar a cidade como um polo de discussões e soluções para os desafios contemporâneos.

    Barroso também abordou a regulamentação das redes sociais, afirmando que não deve haver uma visão separatista sobre o tema e que, independentemente da posição ideológica, conteúdos como pornografia infantil e terrorismo não podem ser tolerados. O Fórum Econômico Mundial reúne anualmente líderes globais para discutir agendas importantes, e o tema deste ano é “Colaboração para a Era Inteligente”. Essa edição do evento reforça a necessidade de cooperação internacional para enfrentar os desafios do século XXI, destacando o papel do Brasil como um potencial líder em questões ambientais.

    *Com informações de Janaina Camelo

    *Reportagem produzida com auxílio de IA

     

    Fonte: Jovem Pan News

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