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    Zema lamenta inelegibilidade de Bolsonaro e afirma que participará da corrida eleitoral em 2026

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    Governador de Minas Gerais disse que, se estivesse elegível, o ex-presidente seria o melhor candidato da direita para as eleições presidenciais; além disso, ele criticou o sistema judiciário do país

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), anunciou sua intenção de desempenhar um papel significativo nas eleições de 2026, seja como candidato da direita ou apoiando outro nome ainda não definido. Durante um evento realizado no Rio de Janeiro, Zema expressou que, se estivesse elegível, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seria o melhor candidato da direita para as eleições presidenciais. No entanto, Bolsonaro enfrenta uma inelegibilidade de oito anos e uma denúncia da Procuradoria-Geral da República por suposta participação em uma trama para promover um golpe de estado entre 2022 e 2023.

    Diante desse cenário, Zema enfatiza a necessidade de a direita se unir em torno de um nome forte para a disputa presidencial de 2026, sem descartar a possibilidade de ele mesmo ser esse candidato. Além de suas declarações sobre as eleições, ele defendeu publicamente Bolsonaro em relação à denúncia da PGR. Ele afirmou que, caso elegível, Bolsonaro seria o candidato mais viável da direita. O governador mineiro criticou o sistema judiciário brasileiro, alegando que ele condena e absolve pessoas ao sabor do momento político, o que, segundo ele, coloca o sistema em descrédito. Zema destacou a importância de mais imparcialidade e do direito de defesa para todos, ressaltando a necessidade de um sistema judiciário mais justo e equilibrado.

    Em paralelo às questões eleitorais, Zema se reuniu com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, para discutir os vetos do presidente Lula ao programa de financiamento da dívida dos Estados com a União. Segundo Zema, se mantidos, esses vetos inviabilizariam o programa, o que poderia ter consequências significativas para os Estados. Ele participou de um fórum na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, que visa promover encontros entre governadores, políticos e empresários fluminenses para discutir os rumos do país até 2026.

    Por fim, o governador de Minas Gerais expressou sua expectativa de obter, ainda este ano, a autorização da Assembleia Legislativa mineira para privatizar estatais como a Copasa e a Cemig. Ele afirmou que está em conversas com a Câmara dos Deputados e o Senado para que o tema seja pautado em março. O presidente da Assembleia de Minas, Tadeu Leite (MDB), já indicou que espera o desenrolar das negociações do programa de financiamento para colocar a discussão da alienação dos ativos em debate no Parlamento mineiro.

    *Com informações de Rodrigo Viga

    *Reportagem produzida com auxílio de IA

    Fonte: Jovem Pan News

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